
RS 484, km 05
95530-000 | Maquiné | RS
Telefone/Fax: (51) 3628-1588 e 3628-1285
CNPJ: 97.263.461/0018-37
Diretor: Rodrigo Favreto
(51) 9951-3097
rfavreto@fepagro.rs.gov.br
Pesquisadores:
Juliano Garcia Bertoldo - jgbertoldo@fepagro.rs.gov.br
Raquel Paz da Silva - raquel-silva@fepagro.rs.gov.br
Linhas de pesquisa
a) agroecologia;
b) conservação e uso de recursos genéticos vegetais;
c) fruticultura tropical;
d) melhoramento genético de feijão e de frutíferas;
e) sistemas agroflorestais.
Projetos e ações em andamento
- Projeto: Aspectos de manejo de Euterpe edulis para produção de frutos no RS - Projeto Palmeira Juçara;
- Projeto Palmeira Juçara – Potencialização da cadeia produtiva e uso local dos frutos de Euterpe edulis - convênio PGDR-UFRGS;
- Projeto: Recuperação de áreas degradadas na sub-bacia do Rio Maquiné – convênio ANAMA/PETROBRÁS;
- Melhoramento genético de feijão e produção de sementes;
- Produção de mudas de espécies florestais nativas;
- Projeto: Rede RS para a formulação e aplicação de inoculantes em gramíneas;
- Projeto: Limpeza clonal e caracterização molecular de cultivares de cana-de-açúcar para o Estado do Rio Grande do Sul.
Outras atividades desenvolvidas
Produção científica e tecnológica oriunda dos projetos
No período de 2006 a 2010 foram gerados:
- 15 artigos científicos;
- trabalhos apresentados em congressos técnico-científicos;
- uma nova cultivar de feijão (FEPAGRO 26).
Apoio à formação de recursos humanos
O Centro disponibiliza áreas para pesquisa e participa em trabalhos de ensino médio, graduação e pós-graduação, onde os pesquisadores atuam como orientadores ou co-orientadores. Nos últimos cinco anos, os pesquisadores do Centro contribuiram para a conclusão de:
- duas teses de doutorado;
- uma dissertação de mestrado;
- uma monografia de graduação;
- nove estágios de nível médio e superior.
Ações de capacitação e sensibilização
Em parceria com outras instituições, são organizados e ministrados cursos, palestras, oficinas, treinamentos, visitas orientadas, atividades de educação ambiental, entre outras ações, como produção de boletins técnicos.
Participações e representações:
- Pólo de Inovação Tecnológica do Litoral (PIT LN);
- Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica - MaB/UNESCO;
- Conselho Estadual da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (CERBMA/RS);
- Conselho Consultivo da Reserva Biológica da Serra Geral;
- Conselho Municipal Agropecuário de Maquiné (COMAM);
- Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (CONDEMA);
- Comissão Editorial da FEPAGRO;
- Pareceres para os periódicos científicos Agroforestry Systems, Iheringia Série Botânica e Pesquisa Agropecuária Gaúcha;
- Apoio à Rede Semente Sul;
- Apoio à Rede Juçara.
Outras ações
- Disponibilização de áreas florestais e participação em projetos de pesquisa de outras instituições, principalmente em botânica, ecologia e zoologia;
- Assessoria informal a agricultores e visitantes.
Breve histórico
1920: Instalado pelo Ministerio da Agricultura como Estação Experimental de Canna de Assucar, em Conceição do Arroio (atualmente município de Osório).
1929: Transferida ao Estado. Destacam-se os trabalhos com cana-de-açúcar, entre outros diversos temas (frutíferas, hortaliças, madeireiras, zootecnia, etc).
1938: Ações com cana-de-açúcar são paralisadas.
1939: Passa a ser chamada Estação Experimental de Osório. A atividades existentes e a infraestrutura são ampliadas, incluindo um laboratório e o Posto Meteorológico em 1941. A fruticultura tropical passa a ser prioritária, além de olericultura, silvicultura, apicultura e zootecnia.
Fim da década de 1940: Retomada dos trabalhos com cana-de-açúcar.
1951: Criada a Escola Normal Rural (atual Escola Ildefonso Simões Lopes) na área da Estação, a qual passa à Secretaria de Educação.
1954: A Estação é transferida para Maquiné e são instalados pomares, coleções de cana, diversos cultivos, reflorestamentos e experimentos. A experimentação é fortalecida com cana, milho, feijão e soja.
1966: É denominada Estação Experimental Fitotécnica de Osório, realizando experimentação com cana-de-açúcar e, juntamente com o Açúcar Gaúcho SA (AGASA), impulsiona a cana na região. Posteriormente a AGASA assume a pesquisa com cana no RS e os trabalhos dentro da Estação são novamente paralisados.
Década de 1970 a 80: Continuam os ensaios de soja, milho e feijão, além de plantios de trigo. O melhoramento de feijão inicia na década de 1950 e as primeiras linhagens surgem na década de 1960. Porém, nos anos 1930 já havia introdução e seleção de melhores materiais. Nas décadas de 1970 e 80 a Estação tornou-se um importante Centro de Pesquisa em feijão, disponibilizando vários cultivares, muitos em parceria com o Ministério da Agricultura e, na década de 1990, diversos com a EMBRAPA. A Estação também realizou estudos de consórcios, adubação e fitopatologia, manteve um banco de germoplasma e produziu sementes.
A experimentação em fruticultura é ampliada a partir dos anos 1970, marcadamente com abacaxi. Outras fruteiras também são pesquisadas, como bananeira e maracujazeiro, além da implantação de pomares, especialmente de nativas e goiabeiras. Quanto a recursos florestais nativos, são plantados talhões com Araucaria e ensaios com palmeira juçara.
Década de 1990: A Estação realiza melhoramento de feijão e pesquisas em olericultura, citros e abacaxi. A Fepagro é criada em 1994 e a Estação é denominada Estação de Pesquisa e Produção de Maquiné. As florestas passam a receber estudos ecológicos em parceria com outras instituições. Os trabalhos com recursos florestais nativos são intensificados, inicialmente envolvendo identificação de matrizes florestais na região, instalação de laboratório e viveiro de mudas, e ultimamente estudando alternativas produtivas, principalmente a palmeira juçara.
2002: recebe a denominação Fepagro Litoral Norte: Centro de Pesquisa do Litoral Norte.
O Centro participa também em conselhos diversos e em comitês editoriais e científicos. Além das pesquisas, são produzidas mudas nativas e sementes de feijão, realizadas ações de capacitação e projetos em parceria com outras instituições, entre outros.


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Frente Fria provoca chuva em parte do RS. O deslocamento de uma frente fria é responsável por instabilidades especialmente no Centro-Norte do Estado. A entrada do ar seco e frio pela região Sul inibe a formação de nuvens de chuva, deixando as temperaturas bastante baixas, principalmente no amanhecer. ...
O pesquisador da Fepagro Saúde Animal Alexandre Braga participou do curso de capacitação para ações de emergência sanitária em suinocultura com ênfase em Peste Suína Clássica (PSC). A parte teórica do treinamento ocorreu de 4 a 6 de junho, em Porto Alegre, com atividades práticas, de 10 a 14 de junho, no município de Aratiba. Também participaram do curso 40 ...
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