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23 de Março de 2019, 19:46

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Publicação 14.01.2015 às 09:27

Caxias e Maquiné: Pioneirismo na Serra e no Litoral

Unidades foram responsáveis pela difusão de diversas culturas Unidades foram responsáveis pela difusão de diversas culturas - Foto: Solange Brum/Fepagro

Em 1920, apenas um ano após a criação da Estação de Alfredo Chaves (hoje Fepagro Serra, Veranópolis), o Ministério da Agricultura, criou mais duas estações experimentais: o Campo de Demonstração Experimental Agrícola, em Caxias do Sul, e a Estação Experimental de Osório. Ambas as estações foram pioneiras, mas em aspectos diferentes: enquanto em Caxias avançavam as pesquisas em vitivinicultura, em Osório começavam as primeiras experimentações com cana-de-açúcar.

Fepagro Serra do Nordeste

Em Caxias, a Estação tinha como objetivo principal tratar de todos os aspectos da vitivinicultura do Rio Grande do Sul, desde a introdução e criação de cultivares de videiras até a fabricação de vinhos. Foi pioneira no estudo da vitivinicultura: com suas pesquisas para novas cultivares adaptadas às condições climáticas da serra gaúcha, a Estação Experimental conseguiu disseminar o cultivo do Moscatel Branco, tornou possível o cultivo de Cabernet, iniciou a difusão de Semillon e estimulou o cultivo de Riesling Branco.

 

Em 1979, a unidade foi transferida para o distrito de Fazenda Souza, e o local onde funcionava a antiga Estação Experimental hoje abriga o campus da Universidade de Caxias do Sul. As pesquisas conduzidas no Centro atualmente incluem temas como fruticultura, olericultura e melhoramento genético vegetal. Em 2011, a Fepagro Serra do Nordeste recebeu o nome de Centro de Pesquisa Celeste Gobbato, em homenagem ao enólogo italiano que dirigiu a Estação Experimental de 1929 a 1938, considerado o pioneiro da viticultura moderna no Brasil.

Fepagro Litoral Norte

 

A Estação Experimental de Osório foi fundada em 1920 em Conceição do Arroio (Osório) e transferida para Maquiné em 1954. No novo local, foram instalados pomares, coleções de cana, reflorestamentos e experimentos com milho, feijão e soja. As pesquisas em cana-de-açúcar realizadas dentro da Estação Experimental estimularam o seu cultivo na região.

Após a redução dos trabalhos de pesquisa em cana-de-açúcar na década de 1960, o melhoramento do feijão passou a ser o carro-chefe da Unidade, que nas décadas de 1970 e 1980 se tornou referência na área ao lançar várias cultivares, muitas delas em parceria com o Ministério da Agricultura. Na década de 1990, os lançamentos de novas cultivares continuaram, desta vez em parceria com a Embrapa.

Atualmente chamada Fepagro Litoral Norte, o Centro de Pesquisa em Maquiné se consolida na área de recursos genéticos vegetais, dando continuidade às linhas de pesquisa em melhoramento do feijão, culturas do abacaxi e da banana. Também foram intensificados estudos ecológicos na Mata Atlântica em parceria com outras instituições, que permitiram a instalação de laboratório e viveiro de mudas, e, mais recentemente, na pesquisa de culturas potenciais para a agricultura familiar, como frutas nativas em sistemas agroflorestais.

Mais informações nos links:

Fepagro Serra do Nordeste
Fepagro Litoral Norte

Texto: Elaine Pinto
Com informações de Sônia Lobato
Fotos: Solange Brum e Fernando Dias 

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