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25 de Novembro de 2017, 07:12

Página da Agricultura
Publicação 07.11.2016 às 17:34

Frente Parlamentar entregará relatório ao governador

Última audiência ocorreu no Irga, em Porto Alegre Última audiência ocorreu no Irga, em Porto Alegre - Foto: Darlene Silveira/Fepagro

A Frente Parlamentar em Defesa da Pesquisa Agropecuária Gaúcha, coordenada pela deputada Zilá Breitenbach, realizou nesta segunda-feira (7) a oitava e última audiência pública para debater o assunto. O encontro ocorreu na sede do Instituto Rio-grandense do Arroz (Irga), em Porto Alegre, e contou com a presença do secretário da Agricultura, Pecuária e Irrigação, Ernani Polo, além de representantes de diversas instituições, entre elas a Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro) e a Associação dos Servidores da Pesquisa Agropecuária (Assep). Instalada em junho do ano passado na Assembleia Legislativa, a Frente elaborará um relatório com as principais demandas do setor e entregará ao governador do Estado do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori.

A deputada Zilá enfatizou que a pesquisa deve estar a serviço do conhecimento e salientou que existem estudos interessantes nas escolas técnicas agrícolas que poderiam gerar resultados positivos para a produção do Estado. Disse ainda que não é tarefa fácil fazer audiência para falar de pesquisa, mas é necessário levar o conhecimento para as comunidades. “É preciso que o pequeno produtor, principalmente, possa se apropriar das pesquisas realizadas”, sugeriu. “E para que isso aconteça, a pesquisa tem que ser valorizada”.

O presidente do Irga, Guinter Franz, destacou a importância das audiências para debater o tema. Ele afirmou que “o Rio Grande do Sul não estaria hoje onde está se não fosse a pesquisa”, referindo-se ao fato de o setor agropecuário ser de grande importância para o desenvolvimento da economia do Estado.

“A atividade de pesquisa agropecuária deve ser prestigiada, inclusive com recursos financeiros”, declarou o diretor-presidente da Fepagro, Adoralvo Schio. “Muitas das novas tecnologias se devem ao empenho desses pesquisadores, por isso, é necessário que eles tenham condições de continuar seu trabalho”, afirmou com entusiasmo.

Para o presidente da Associação dos Servidores da Pesquisa Agropecuária, Nelson Bertoldo, é preciso que a Fepagro continue se engajando em ações e parcerias, para que seja cada vez mais consolidada como entidade de pesquisa. “Precisamos fortalecer a pesquisa agropecuária no Rio Grande do Sul”.

O secretário Polo ressaltou que o desenvolvimento da agricultura e da pecuária no Rio Grande do Sul passa pelo resultado da pesquisa. “O aumento de produção do agronegócio no Rio Grande do Sul e no Brasil nas últimas décadas é resultado da pesquisa realizada. Por isso, o Estado tem que buscar a estrutura necessária para entregar à sociedade um serviço de qualidade”, argumentou. “Para tanto, precisamos de um esforço solidário, necessitamos unir forças para entregar à população o melhor resultado possível”.

Palestras

O diretor técnico da Fepagro, Carlos Oliveira, apresentou o “Panorama da agropecuária, pesquisa e desenvolvimento no Rio Grande do Sul”. Ele afirmou que 40,5% do PIB do Rio Grande do Sul são gerados pelo agronegócio (dados de 2013). “Era a quarta maior economia do País em 2014 e passou a ser a quinta em 2015”, pontuou. Segundo Oliveira, é preciso que haja mais pesquisa e inovação no Estado, uma vez que poucas regiões no mundo têm uma agropecuária tão diversificada e dispersa territorialmente. “O Rio Grande do Sul está entre os oito maiores produtores nacionais de mais de 26 alimentos”.

Oliveira acredita que, para a manutenção e o crescimento do agronegócio no Brasil e no Estado, é necessário investir em tecnologia, qualidade, custo, recursos humanos, comunicação, infraestrutura, entre outros itens. “Isso para termos um padrão de competitividade superior”.

Quanto ao relatório da Frente Parlamentar, o diretor técnico da Fepagro sugeriu que seja entregue também para a presidente da Assembleia Legislativa do RS, Silvana Covatti; e para os deputados, líderes dos partidos.

“A importância do Irga no desenvolvimento da orizicultura no Brasil” foi abordada pelo presidente da Federarroz e produtor rural Henrique Dornelles. E o diretor da Faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Pedro Selbach, falou sobre “O papel da universidade no desenvolvimento da pesquisa agropecuária”.

 

Texto e fotos: Darlene Silveira

 

 

 

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